EQUILIBRIUM Terapias naturais - Elizabeth Mendes
Terapeuta holística e Parapsicóloga - SINPASC 227
Parapsicologia
– Homeopatia - Método Bioenergético - Plantas Medicinais - Massagens - Florais – Reik – Toque Quântico -
R.
Mármore,139 – Areão – Itabira – 35900-400 - End. eletrônico: bethsilmendes@gmail.com
Repassando....
Chá de cravo de
defunto no combate
à dengue?
Consulte um bom
médico ou terapeuta.
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Durante a epidemia de dengue que assolou o
Brasil no verão 2001/2002, enquanto circulava a mensagem acerca do uso da borra de café no combate ao Aedes
aegypti, circulou o artigo intitulado Cravos Amarelos x Dengue de autoria do médico carioca Radjalma
Cabral de Lima.
Nesse artigo, o doutor Radjalma Cabral de Lima, que trabalha na Secretaria de Saúde do Acre desde 1999, relata a sua bem sucedida experiência no uso do chá do cravo de defunto no tratamento da dengue. Segundo ele: “O chá das flores ou folhas do cravo de defunto é usado na medicina popular contra angina, tosse, como anti espasmódico, antirreumático e contra cólicas uterinas”.
Nesse artigo, o doutor Radjalma Cabral de Lima, que trabalha na Secretaria de Saúde do Acre desde 1999, relata a sua bem sucedida experiência no uso do chá do cravo de defunto no tratamento da dengue. Segundo ele: “O chá das flores ou folhas do cravo de defunto é usado na medicina popular contra angina, tosse, como anti espasmódico, antirreumático e contra cólicas uterinas”.
Quando ele trabalhava em hospital da
Cooperativa Pindorama, bem próximo da cidade de Penedo, estado de Alagoas, ele
encontrou uma epidemia de dengue. E o que fez ele?
A
todos os pacientes que apresentavam dor muscular ou articular generalizada,
com febre, independentemente do diagnóstico, orientei à enfermagem
"perplexa" que ministrasse goles do chá ainda morno, ao mesmo tempo
em que solicitei que a cozinheira continuasse preparando mais chá, conforme a
necessidades. Todos ficaram ainda mais perplexos quando, após as duas
primeiras horas de atendimento, as pessoas já não apresentavam queixas.
|
E o resultado foi tal que depois de algum
tempo
...
não havia mais uma epidemia de dengue e sim uma epidemia de cravos nos
jardins. Situação semelhante aconteceu no ano em que trabalhei no PSF em
Caruaru, Pernambuco.
|
O
cravo de defunto, Tagetes erecta Linn., é uma planta originária do México e
suas propriedades terapêuticas são reconhecidas desde o tempo dos astecas. Nos
países de língua inglesa, ela é denominada marigold e african marigold. No
México, na América Central e na América do Sul (exceto o Brasil) é conhecida
como cempasuchil (do nahuatl, língua falada pelos astecas, cempohualxochitl),
amarillo e flor de muerto.
Na agricultura, recomenda-se o seu uso como cultura intercalada no combate aos fito nematoides, microrganismos que danificam as raízes das plantas. Devido ao forte odor das flores, é usado como repelente natural de pulgões, ácaros e de algumas lagartas. Também é usado na produção de corantes, de óleos essenciais e como suplemento alimentar das aves. São muitas as ervas e raízes de reconhecido valor no tratamento de doenças. O próprio cravo de defunto vem sendo estudado, nos EUA, devido à possibilidade de se obter, a partir dele, a luteína.
O artigo Lutein for Healthy Eyes apresenta o uso da luteína obtida a partir do cravo de defunto na prevenção de algumas doenças. O fato é que todos sairíamos ganhando se, aqui no Brasil, houvesse incentivos para que pesquisas fossem realizadas no sentido de conhecer melhor os efeitos das ervas usadas na chamada medicina popular. Se confirmadas as propriedades anunciadas, tanto melhor, pois trata-se, quase sempre, de medicamentos baratos e, portanto, acessíveis à grande maioria da população.
Além disso, seria uma forma de assegurar que os direitos de patente de fabricação fiquem de posse de empresas e instituições brasileiras.
De qualquer forma, não se automedique, especialmente se você estiver com suspeita de dengue. Antes de tomar o chá de cravo de defunto, ou qualquer outra medicação, consulte o seu médico até para saber se o que você tem é mesmo dengue.
Lembre-se, também, que tomar remédio por conta própria pode mascarar os sintomas da doença e dificultar o correto diagnóstico. Pesquise mais sobre o cravo de defunto (Tagetes erecta Linn.) e sobre plantas medicinais.
Na agricultura, recomenda-se o seu uso como cultura intercalada no combate aos fito nematoides, microrganismos que danificam as raízes das plantas. Devido ao forte odor das flores, é usado como repelente natural de pulgões, ácaros e de algumas lagartas. Também é usado na produção de corantes, de óleos essenciais e como suplemento alimentar das aves. São muitas as ervas e raízes de reconhecido valor no tratamento de doenças. O próprio cravo de defunto vem sendo estudado, nos EUA, devido à possibilidade de se obter, a partir dele, a luteína.
O artigo Lutein for Healthy Eyes apresenta o uso da luteína obtida a partir do cravo de defunto na prevenção de algumas doenças. O fato é que todos sairíamos ganhando se, aqui no Brasil, houvesse incentivos para que pesquisas fossem realizadas no sentido de conhecer melhor os efeitos das ervas usadas na chamada medicina popular. Se confirmadas as propriedades anunciadas, tanto melhor, pois trata-se, quase sempre, de medicamentos baratos e, portanto, acessíveis à grande maioria da população.
Além disso, seria uma forma de assegurar que os direitos de patente de fabricação fiquem de posse de empresas e instituições brasileiras.
De qualquer forma, não se automedique, especialmente se você estiver com suspeita de dengue. Antes de tomar o chá de cravo de defunto, ou qualquer outra medicação, consulte o seu médico até para saber se o que você tem é mesmo dengue.
Lembre-se, também, que tomar remédio por conta própria pode mascarar os sintomas da doença e dificultar o correto diagnóstico. Pesquise mais sobre o cravo de defunto (Tagetes erecta Linn.) e sobre plantas medicinais.

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